Família, família, sogra, sogro, titia.

Quando pensamos em família, logo nos vem a cabeça a própria estrutura em que fomos concebidos e criados: pai, mãe, irmão e/ou irmã. Já depois de crescidos (digo crescidos, porque nem sempre quando crescemos nos tornamos adultos), seguindo a ordem natural das coisas, formamos a nossa própria família. É quando casamos e temos filhos.

O que é importante entendermos:
Pais são a nossa base, é a eles que devemos toda nossa gratidão, afinal, nos deram a vida.
Mas e quando pensamos em nosso marido ou esposa, nos colocamos nesse lugar? Reconhecemos essa gratidão também nos provedores de nosso parceiro(a)?

Muitas vezes, olhar pelos olhos do outro, e neste caso também pelo coração, é um grande desafio. Mas entender e respeitar essa relação, é o princípio de um casamento feliz.

Um dos motivos que arruína muitos casamentos é o desgaste com a família do cônjuge, com brigas, ciúmes ou até disputas. Recebemos a família do cônjuge como um pacote, algo negativo, quando deveríamos receber como um presente. Sim, são um presente, foi através deles que o amor da sua vida veio ao mundo.

Mas de repente você pode estar pensando:
“Mas você não conhece a mãe do meu marido”, ou “Fácil dizer por que não é você que tem essa sogra”. O que eu gostaria que você entendesse é que não é necessário morrer de amores por seus sogros, mas sim, acima de tudo, respeitá-los. Esse respeito vem com a prática da nossa educação e com um olhar mais profundo, o da gratidão.

–Fabiana Castro Ostjen–

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